quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Ver ele me alegra, escutar a sua voz suave - um pouco tímida, o riso nervoso - me alegra. Os dedos correm pelos cabelos que se dividem em ondas de um brilho dourado. De repente, eu penso: ele é tudo o que alguém deve ser (talvez não seja, talvez alguém discorde, talvez eu mude de idéia algum dia, pode ser que não). De que adianta, garoto? O que fazer com o sentimento no peito? Jogar fora? Seria possível, eu poderia não amá-lo amanhã?
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